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24/04/2023

Retiro dos Bispos em Assembleia

No final de semana, sábado (22) e domingo (23), durante a 60ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o episcopado esteve reunido em retiro. O pregador deste momento foi o Arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes, com o tema: “O amor de Deus”.

Retiro

Ao iniciar o retiro, dom Orlando conduziu os bispos à reflexão sobre o amor de Deus revelado nas Escrituras desde a criação do mundo, “antes do nascimento esse Amor é incondicional”. Citando o fundador dos Xaverianos, diz que: “A Bíblia é a carta do amor de Deus para a Humanidade” (São Guido Maria Conforti). Com base nas Escrituras Santo Agostinho diz: “Que maior causa pode haver na vinda do Senhor senão mostrar-nos Deus o seu amor?”.

Algumas frases que dom Orlando utilizou para conduzir o retiro no primeiro momento: “Nossa genealogia começa em Deus e termina em Deus” (São João Paulo II); “Qual é a medida de se amar a Deus? É amá-lo sem medida”! (Santo Agostinho); “Sou bispo por causa do Amor de Deus” (São Cipriano); “O bispo deve temperar suas obras com o sal do Amor de Deus” (São João Crisóstomo).

Mais informações: https://www.cnbb.org.br/60agcnbb/

Eleito presidente da CNBB : Dom Jaime Spengler


 O arcebispo de Porto Alegre (RS) e atual primeiro vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler, foi eleito presidente da CNBB nesta segunda-feira, 24 de abril. Ele estará à frente da Presidência da entidade de 2023 a 2027.

A eleição foi realizada na segunda sessão na manhã desta segunda-feira. Dom Jaime foi eleito em terceiro escrutínio, o qual pede maioria simples dos votos. O anúncio foi feito no início da sessão reservada, no auditório Noé Sotillo, no período da tarde. Dom Jaime será o 14º presidente da Conferência.

Perguntado pelo atual presidente, dom Walmor Oliveira de Azevedo, se aceita a função a ele confiada pelo episcopado brasileiro, conforme prevê o Estatuto, dom Jaime respondeu:

“Com humildade, simplicidade, temor e tremor, mas sobretudo na fé, em espírito de comunhão e colaboração, sim!”.

 

Biografia e trajetória eclesial

Dom Jaime Spengler nasceu em 6 de setembro de 1960, em Gaspar (SC). Ingressou na Ordem dos Frades Menores, também conhecida por Ordem de São Francisco (Franciscanos) em 20 de janeiro de 1982, pela admissão no Noviciado na cidade de Rodeio (SC). Cursou Filosofia no Instituto Filosófico São Boaventura, de Campo Largo (PR), e Teologia no Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis (RJ), concluindo-o no Instituto Teológico de Jerusalém, em Israel.

Foi ordenado sacerdote em 17 de novembro de 1990, na sua cidade natal. Fez doutorado em Filosofia na Pontifícia Universidade Antonianum, em Roma, e atuou dentro da Ordem dos Frades Menores em diversas missões e cidades do país até 2010, quando foi nomeado pelo Papa Bento XVI como bispo auxiliar da arquidiocese de Porto Alegre. A ordenação episcopal, presidida por dom Lorenzo Baldisseri, núncio apostólico no Brasil na ocasião, ocorreu dia 5 de fevereiro de 2011, na paróquia São Pedro Apóstolo, em Gaspar.

Dom Jaime Spengler é arcebispo metropolitano de Porto Alegre desde 18 de setembro de 2013, quando foi nomeado pelo Papa Francisco que, concomitantemente, recebeu o pedido de renúncia de dom Dadeus Grings. Escolheu como seu lema episcopal “Gloriar-se na Cruz” (Cl 6,14) – In Cruce Gloriari.

No quadriênio de 2011 a 2015, foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenado e a Vida Consagrada da CNBB. Em 2015, foi eleito presidente desta comissão. Entre os destaques de sua atuação à frente do colegiado, consta a aprovação das novas Diretrizes para a Formação de Presbíteros da Igreja no Brasil, em 2018.

Em maio de 2019, foi eleito primeiro vice-presidente da CNBB. Também é o bispo referencial da CNBB para o Colégio Pio Brasileiro, em Roma. Exerce ainda as funções de vice-presidente da Comissão Especial para o Acordo Brasil-Santa Sé da CNBB e bispo referencial CNBB – Regional Sul 3 para Vida Consagrada e Ministérios Ordenados. 

 

19/04/2023

Primeiro Dia da 60ª Assembleia Geral da CNBB



Em Aparecida (SP), acontece a 60ª Assembleia Geral da CNBB, que vai de 19 a 28 de abril.

A  temática principal está  voltada à avaliação global da caminhada da CNBB e  teve início nesta quarta-feira,  às 8h30, com uma saudação do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giambattista Diquattro. 

Os membros da presidência da CNBB, cujo mandato se encerra nesta assembleia, apresentaram, em seguida,  o relatório de balanço de gestão 2019-2023.

A Análise de Conjuntura abordou a: “Ação, concreta, responsável e ética, que una a todos em torno de nosso futuro”.

Elaborada pelo Grupo de Análise de Conjuntura da CNBB – Padre Thierry Linard, a análise, apresentada pelo bispo de Carolina (MA),  Dom Francisco Lima, parte da ideia da dificuldade de realizá-la em um momento histórico “em que as transformações, possivelmente, estão mais velozes que a nossa própria percepção”, e quer ser um instrumento que ajude na vivência dos próximos passos da CNBB. O início de 2023  se apresentou "com diversos e complexos elementos logo após as eleições nacionais de outubro”, o que se concretizou em “estratégias de resistência ante a mudança no Poder Executivo”, buscando “tentar mudar a realidade eleitoral” fora da Constituição, o que foi combatido pelo Poder Judiciário, chegando em um ponto final em que “a democracia foi vitoriosa!”.

O mundo está marcado por incertezas, que o Papa Francisco define como “uma guerra mundial em pedaços”, que está conduzindo ao “parto de um outro mundo multipolar”, com tensões surgidas dos mesmos velhos motivos: economia, território, tecnologia e terror. Isso num mundo determinado pela desigualdade social, pelo aumento da imigração, pela crise da democracia representativa, o incremento das tecnologias digitais, o recrudescimento de governos autocráticos e de movimentos autoritários cada vez mais atuantes, a partir de estratégias de desinformação, com eleições polarizadas e sociedades divididas. Tudo isso repercute na realidade latino-americana, que é analisada, mostrando um olhar sobre como o processo eleitoral brasileiro de 2022 impactou no reordenamento geopolítico global e regional.


No campo da sociedade e da cultura, a Análise de Conjuntura social reflete sobre o drama da desigualdade social e racial, consequência das “muitas e severas sequelas da crise econômica causada pela pandemia”, que levou 33,1 milhões de pessoas a passar fome no Brasil, ao aumento de jovens que não estudam, nem trabalham, a um maior endividamento da população, com um racismo estrutural e cotidiano que machuca o tecido social brasileiro. No mesmo campo, o drama socioambiental e cuidado com a Casa Comum, destacando a determinação do governo Lula na reconstrução da agenda ambiental brasileira. Isso tem se concretizado numa maior valorização dos povos indígenas, com a criação do Ministério dos Povos Indígenas e ações estratégicas e integradas para o combate ao desmatamento, e a mineração.

A Análise aborda a questão do desarmamento e a cultura da paz frente às violências, com o novo governo enfrentando desde o primeiro dia da política de incentivo ao armamento da população, uma urgência diante dos ataques às escolas nos últimos dias. Também foi abordada a crise do pertencimento e o problema das identidades, insistindo em que “parece ter-se perdido a referência da comunidade”.

Estes e outros aspectos foram  abordados na Análise de Conjuntura feita no 1º Dia da Assembleia.

18/04/2023

Hot site para acompanhar a 60ª Assembleia Geral da CNBB

 


A  CNBB colocou no ar, em seu portal, um hot site especial sobre a 60ª Assembleia Geral que acontece em Aparecida (SP) de 19 a 28 de abril.

O objetivo da publicação é oferecer informações importantes para os veículos de comunicação, aos bispos e aos fiéis que acompanham as ações da Conferência sobre este que é um dos maiores eventos do episcopado brasileiro na Igreja no Brasil. 

O hot site apresenta os temas, horários, votações e os vários momentos da Assembleia.

 A página também detalha como os fiéis poderão acompanhar de perto a assembleia do episcopado brasileiro.

Acesse o hotsite: https://www.cnbb.org.br/60agcnbb/

17/04/2023

Dia Nacional do Livro - 140 anos de Monteiro Lobato


Foto: Pixabay.com

Em 18 de abril se comemora o Dia Nacional do Livro Infantil. Neste dia, em 1882, nasceu em Taubaté (SP), Monteiro Lobato. Escreveu para adultos e crianças.  Vale a pena recordá-lo.



Em 1914, Monteiro Lobato redigiu Urupês, criando o Jeca Tatu, seu personagem - símbolo. Jeca representa toda a miséria e atraso econômico do país de então, e o descaso do governo em relação ao Brasil rural. 

Turma do Sítio do Picapau Amarelo

Sua primeira história infantil, A menina do narizinho arrebitado, de 1920, alcançou imenso sucesso. A partir daí nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens a Turma do Sítio do Picapau Amarelo. 

O livro As Ideias de Jeca Tatu

Jeca Tatu foi um expressivo personagem que intitulou um livro. Jeca é o caipira simplório.  Vive no interior, mora no mato, numa casinha de sapé, na maior pobreza, com sua mulher, muito magra, e vários filhinhos pálidos e tristes.

Foto: Pexels.com

Jeca Tatu passa os dias de cócoras, pitando enormes cigarros de palha, sem ânimo para fazer coisa alguma. O que o deixa como um preguiçoso?

Ele não é assim. Ele está assim

Para Lobato, “Jeca Tatu não é assim, ele está assim”. É vitimado pelo desprezo de um governo nada preocupado com sua classe social. Jeca é um caipira de aparência desleixada, barba rala, calcanhares rachados, pois ele não calça sapatos.

É a imagem de muitos caipiras, caboclos abandonados  pelo poder público ao atraso econômico, educacional, à indigência, às doenças.

Jeca Tatu está doente

A preguiça e o desleixo de Jeca Tatu tem uma causa: ancilostomíase ou amarelão, A ancilostomíase é uma infecção provocada por Ancylostoma duodenale. Causa amarelão e anemia por deficiência de ferro em regiões endêmicas.

Foto: Pixabay.com

Esses vermes são contraídos com os pés descalços, a falta de higiene e cuidados básicos. Jeca Tatu já foi  personagem da campanha em favor do saneamento básico, além de esclarecer e educar a população sobre a doença tropical que, na época, vitimava milhões de brasileiros, e era tão negligenciada: o amarelão. 

Como a vida de Jeca Tatu muda?

A vida do Jeca muda radicalmente, quando tratado por um médico que o visita e orienta. Cura-se, recupera o ânimo e a saúde, e volta a trabalhar. Sua roça prospera e sua família também se transforma em pessoas saudáveis.

 Há no Jeca uma mudança contínua.  Jeca é o símbolo do povo mais fragilizado, descartado, indesejado e invisível na sociedade. Um povo que se desenvolve criando consciência e buscando seus direitos.


TAGS:#Monteiro Lobato, #Dia Nacional do livro infantil #JECA TATU

15/04/2023

60ª AG da CNBB - Assembleia Eletiva

 


A 60ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (AG CNBB) acontece de 19 a 28 de abril, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP). O evento do episcopado brasileiro terá como uma de suas principais marcas as eleições para a escolha daqueles que desempenharão funções e serviços na Conferência Episcopal nos próximos anos.

Serão realizadas eleições para 20 funções/serviços à CNBB: os 4 membros da Presidência; 12 presidentes das Comissões Episcopais permanentes; 2 representantes da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), um titular e suplente; e 2 bispos que participarão do processo do Sínodo sobre a Sinodalidade, em Roma.

Escrutínios

Essas escolhas devem ser realizadas em até três escrutínios para cada cargo, ou seja, a previsão é de até 60 votações durante o processo eleitoral da Assembleia, o qual será realizado na segunda semana do encontro, após o retiro dos bispos. Os votos são secretos.

A previsão da quantidade de votações é feita a partir do que está estabelecido no artigo 28 do Estatuto Canônico da CNBB. A norma prevê a realização de votações separadas para cada um dos cargos. É considerado eleito aquele que atingir a maioria de 2/3 dos votos no primeiro ou no segundo escrutínio.

Caso o mais bem votado não alcance esse número nas duas primeiras votações, o terceiro escrutínio é feito entre os dois candidatos mais votados no segundo, elegendo aquele que obtiver maioria absoluta. Havendo empate, será considerado eleito o mais antigo por tempo de ordenação episcopal.

Quem pode votar

O voto deliberativo compete apenas aos bispos diocesanos, aos equiparados a eles no direito e aos bispos coadjutores (cf. cân. 454, § 2). Assim, os administradores diocesanos têm direito a voto, mas não podem ser votados.

Segundo o artigo 27 do Estatuto da CNBB, a Assembleia Geral só pode deliberar ou eleger se estiverem presentes 2/3 dos membros com voto deliberativo, salvo quórum diferente exigido pelo direito. O parágrafo primeiro reza que “as deliberações decisórias e as eleições serão feitas de acordo com este Estatuto e o Regimento Interno”.

 

Quem pode ser votado

Segundo o Estatuto da CNBB, apenas bispo diocesano, com idade inferior a 71 anos, pode ser eleito presidente, 1º vice-presidente e 2º vice-presidente da CNBB (cf. Congregação para os Bispos. Carta aos Bispos, de 3 de março de 2022, Prot. N. 42/2022). Para o cargo de secretário-geral, somente bispo pode ser eleito.

Aqueles que já estiveram na Presidência da CNBB por dois mandatos consecutivos não podem ser votados para um terceiro mandato imediatamente subsquente em qualquer um dos cargos. Assim, os membros da atual Presidência da CNBB estão elegíveis para um segundo mandato no mesmo cargo ou para outra função no mesmo órgão constitutivo.

Como será a votação

Os escrutínios da 60ª Assembleia Geral serão realizados com votações secretas em urnas eletrônicas cujo sistema foi desenvolvido pelo Departamento de Tecnologia de Informação da CNBB. Serão 17 urnas instaladas no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, cada uma com dois bispos responsáveis, um presidente e um secretário. Eles vão garantir o sigilo e a privacidade dos eleitores no processo de votação.

Só será liberado o registro do voto após apresentação da carteira eclesial e a assinatura na lista de presença. Após a aproximação da carteira do bispo no leitor, o sistema será aberto para que seja registrado o voto.

Após cada escrutínio, o sistema de gerenciamento das urnas fará a apuração dos votos e emitirá um relatório com o nome dos candidatos votados, por ordem decrescente. Este relatório indicará se o candidato mais votado alcançou o percentual de votos exigido para aquele escrutínio, segundo as normas do estatuto.

As votações vão ocorrer na seguinte ordem:

  1. Presidente
  2. 1º Vice-Presidente
  3. 2º Vice-Presidente
  4. Secretário-Geral
  5. 12 (doze) Presidentes das Comissões Episcopais
  6. Delegado junto ao CELAM
  7. Suplente junto ao CELAM
  8. Delegados para o Sínodo 2023 (2 bispos)
Fonte: CNBB

Dados atuais do episcopado brasileiro

No próximo dia 19 de abril, às 8h30, acontece a sessão solene de abertura da 60ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (AG CNBB), no Centro de Convenções Padre Vítor Coelho de Almeida, do Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP). O encontro do episcopado brasileiro se estende até o dia 28, com 22 sessões ao longo das duas semanas.

Dada a proximidade do evento, o portal da CNBB divulga os dados atualizados do episcopado no Brasil, com informações estratégicas para que os jornalistas conheçam tudo sobre as circunscrições eclesiásticas, as dioceses vacantes, o número de bispos ativos e os eméritos.

Atualmente, a Igreja no Brasil conta com um total de 326 bispos ativos e o número de 157 bispos eméritos, aqueles que, de acordo com o Código de Direito Canônico, perdem “o ofício por limite de idade ou por renúncia aceite”.



Circunscrições eclesiásticas

A Igreja no Brasil possui 279 circunscrições eclesiásticas, ou seja, territórios ou “Igrejas Particulares” confiadas aos cuidados de um bispo. A circunscrição eclesiástica pode ser uma prelazia, uma diocese, arquidiocese, eparquia ou exarcado para fiéis de ritos específicos, e também circunscrições que não tem uma limitação territorial, como a administração apostólica pessoal.

De acordo com as informações sistematizadas pela Secretaria Técnica da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) as circunscrições eclesiásticas estão divididas assim: 219 são dioceses, 45 arquidioceses, 7 prelazias, 3 eparquias, 1 exarcado, 1 rito próprio, 1 ordinariado militar, 1 administração apostólica pessoal e 1 arquieparquia. Cada uma delas conta com um bispo eleito pelo Papa para administrar o governo pastoral.

Dioceses vacantes

O levantamento mostra também que, até esta quarta-feira, 12 de abril, 11 dioceses brasileiras estão vacantes, ou seja, sem o bispo titular à frente do governo. Renúncia, transferência, falecimento ou perda de ofício são alguns dos motivos que podem tornar uma sede vacante, expressão oriunda do latim que significa trono vazio e que é usada pela Igreja para dizer que uma Sede Episcopal está sem o seu ocupante no governo pastoral.

Neste período, a Igreja Particular fica aos cuidados de um administrador diocesano, eleito pelo Colégio de Consultores, que pode desempenhar algumas funções limitadas pelo Código de Direito Canônico; ou por um administrador apostólico, um bispo nomeado pelo Papa.

Confira, abaixo, as 11 dioceses vacantes:

Diocese de Almenara (MG)
Diocese de Amargosa (BA)
Diocese de Cametá (PA)
Diocese de Divinópolis (MG)
Diocese de Januária (MG)
Diocese de Jataí (GO)
Prelazia do Marajó (PA)
Diocese de Parnaíba (PI)
Diocese de Quixadá (CE)
Diocese de Tubarão (SC)
Diocese de Tocantinópolis (TO)

Observações:

* Nesta quarta-feira, 12 de abril, novos bispos foram nomeados para as dioceses de Cametá, no Pará, e a de Almenara, em Minas Gerais. No entanto, elas só deixarão de estar vacantes após a ordenação e a posse dos novos bispos. Por isso ainda são contabilizadas junto ao número total de vacantes.

* O balanço da Secretaria Técnica já contabilizou no número total de circunscrições eclesiásticas e de dioceses, a diocese de Araguaína, no Tocantins, criada no dia 31 de janeiro, pelo Papa Francisco. Sua instalação irá ocorrer no dia 15/04.

MInistério da Visitação - Ir. Patricia Silva

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