Dia Internacional da Felicidade
O Dia Internacional da Felicidade é comemorado em 20 de
março. Foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em julho de 2012
(resolução 66/281) e celebrado pela primeira vez em 2013. A data surgiu para
reconhecer a felicidade e o bem-estar como direitos e metas universais na vida das
pessoas e destacar a necessidade de políticas públicas focadas no
desenvolvimento sustentável e na redução da pobreza.
A pesquisa da Ipsos Happiness Report mostra que o país
que encabeça o ranking das pessoas
felizes é a Indonésia (86%), seguida pelos Países Baixos (84%), México (83%) e
Colômbia (83%). O Brasil aparece em
sétimo lugar.
A felicidade entre homens e mulheres
De acordo com o levantamento da Ipsos, 28% dos brasileiros se declararam “muito felizes”, o país. Já 20% disseram-se “não muito felizes” ou “nada felizes”. No nosso país a felicidade aparece fortemente associada ao amor e à espiritualidade. Já a infelicidade está ligada à situação financeira. Veja a lista dos 10 países mais felizes do mundo abaixo.
Da população brasileira, os homens são maioria entre os que se dizem “muito felizes”. O percentual atingiu 29%. Esse mesmo sentimento representa apenas 26% das mulheres.
O Dia Internacional da Felicidade, comemorado em 20 de março, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em julho de 2012 (resolução 66/281) e celebrado pela primeira vez em 2013. A data surgiu para reconhecer a felicidade e o bem-estar como metas universais na vida dos seres humanos e destacar a necessidade de políticas públicas focadas no desenvolvimento sustentável e na redução da pobreza.
O dia visa lembrar que a maior riqueza de um país são as pessoas e que a busca pela felicidade é um direito fundamental.
Já quando entre os que são apenas “felizes”, as mulheres lideram com 54% contra 50% dos homens.
Assistir vídeos em https://www.worldhappiness.report/
Capítulo 1
Resumo executivo: felicidade e redes sociais
Capítulo 2
Evidências internacionais sobre felicidade e redes sociais
Capítulo 3
Capítulo 4
Traduzir evidências científicas em políticas eficazes para a saúde e a tecnologia exige cuidado.
Capítulo 5
Satisfação com a vida e uso de mídias sociais na adolescência: diferenças de gênero em um conjunto de dados internacional.
Capítulo 6
Redes sociais, perda de tempo e armadilhas de produtos
Capítulo 7
Uso problemático das redes sociais e bem-estar dos adolescentes: o papel do nível socioeconômico familiar em 43 países.
Capítulo 8
Uso da internet, redes sociais e bem-estar: o papel da confiança, das conexões sociais e dos laços emocionais.
Capítulo 9
Uso das redes sociais e bem-estar no Oriente Médio e Norte da África.
O Relatório Mundial da Felicidade é publicado pelo Centro de Pesquisa sobre Bem-Estar da Universidade de Oxford, em parceria com a Gallup, a Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU e um conselho editorial independente.
As opiniões expressas neste relatório não refletem necessariamente as opiniões dos nossos parceiros, da Universidade de Oxford ou de qualquer organização, agência ou programa das Nações Unidas.
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fonte: https://www.worldhappiness.report/








