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28/12/2023

28 de dezembro - Fuga para o Egito e Santos Martires Inocentes

Jesus com José e Maria fogem para o Egito. Herodes manda matar todos os meninos abaixo de dois anos, de Belém e território.

Dados do UNICEF informam que estima-se que 1,7 milhão de pessoas na Faixa de Gaza tenham sido deslocadas – mais de metade são crianças e adolescentes. Eles estão ficando sem água, comida, combustível e remédios. As suas casas foram destruídas; suas famílias dilaceradas. 



Veja o que o UNICEF pede: 

Para responder à terrível situação das crianças e dos adolescentes na Palestina e em Israel, o UNICEF pede: https://emsaida.blogspot.com

1. Um cessar-fogo humanitário imediato.

2. A libertação imediata, segura e incondicional de todas as crianças e todos os adolescentes raptados e a prevenção e fim de quaisquer violações graves contra meninas e meninos, incluindo assassinatos e ferimentos.

3. A abertura de todas as passagens de acesso a Gaza para um acesso seguro, contínuo e desimpedido à ajuda humanitária às populações afetadas, onde quer que estejam, incluindo água, alimentos, suprimentos médicos e combustível.

4. A liberação de casos médicos urgentes em Gaza para que possam sair ou receber serviços de saúde essenciais e para que crianças e adolescentes feridos ou doentes evacuados sejam acompanhados por familiares.

5. Respeito e proteção às infraestruturas civis, tais como abrigos e escolas, e instalações de saúde, eletricidade, água e saneamento, para evitar a perda de vidas de civis e de crianças e adolescentes, surtos de doenças, e para prestar cuidados aos doentes e feridos. Todas as partes no conflito devem respeitar o direito humanitário internacional.



Fonte: UNICEF


20/12/2023

Declaração doutrinária abre para bênçãos para casais "irregulares"



Com a "Fiducia supplicans" do Dicastério para a Doutrina da Fé, aprovada pelo Papa, será possível abençoar casais formados por pessoas do mesmo sexo, mas fora de qualquer ritualização e imitação do matrimônio. 

A doutrina sobre o matrimônio não muda, a bênção não significa aprovação da união Diante do pedido de duas pessoas para serem abençoadas, mesmo que sua condição de casal seja "irregular", será possível para o ministro ordenado consentir. Mas sem que esse gesto de proximidade pastoral contenha elementos minimamente semelhantes a um rito matrimonial. Isso é o que diz a declaração "Fiducia supplicans" sobre o significado pastoral das bênçãos, publicada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé e aprovada pelo Papa. Um documento que aprofunda o tema das bênçãos, distinguindo entre as bênçãos rituais e litúrgicas e as bênçãos espontâneas, que se assemelham mais a gestos de devoção popular: é precisamente nessa segunda categoria que agora contemplamos a possibilidade de acolher também aqueles que não vivem de acordo com as normas da doutrina moral cristã, mas pedem humildemente para serem abençoados. Desde agosto, de 23 anos atrás, o antigo Santo Ofício não publicava uma declaração (a última foi em 2000, "Dominus Jesus"), um documento de alto valor doutrinário.

"Fiducia supplicans" começa com uma introdução do prefeito, cardeal Victor Fernandez, que explica que a declaração aprofunda o "significado pastoral das bênçãos", permitindo que "sua compreensão clássica seja ampliada e enriquecida" por meio de uma reflexão teológica "baseada na visão pastoral do Papa Francisco". Uma reflexão que "implica um verdadeiro desenvolvimento em relação ao que foi dito sobre as bênçãos" até agora, chegando a incluir a possibilidade "de abençoar casais em situação irregular e casais do mesmo sexo, sem validar oficialmente seu status ou modificar de qualquer forma o ensino perene da Igreja sobre o casamento".


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Um coração de pastor que nunca fecha a porta

18/12/2023

Um coração de pastor que nunca fecha a porta

Após os primeiros parágrafos (1-3), em que o pronunciamento anterior de 2021 é lembrado e agora ampliado, a declaração apresenta a bênção no sacramento do matrimônio (parágrafos 4-6), declarando "inadmissíveis ritos e orações que possam criar confusão entre o que é constitutivo do matrimônio" e "o que o contradiz", a fim de evitar reconhecer de alguma forma "como matrimônio algo que não é". Reitera-se que, de acordo com a "doutrina católica perene", somente as relações sexuais dentro do casamento entre um homem e uma mulher são consideradas lícitas.

Um segundo grande capítulo do documento (parágrafos 7-30) analisa o significado das várias bênçãos, que têm como destino pessoas, objetos de devoção, lugares de vida. O documento lembra que, "de um ponto de vista estritamente litúrgico", a bênção exige que o que é abençoado "esteja em conformidade com a vontade de Deus expressa nos ensinamentos da Igreja". Quando, com um rito litúrgico específico, "se invoca uma bênção sobre certas relações humanas", é necessário que "o que é abençoado possa corresponder aos desígnios de Deus inscritos na Criação" (11). Portanto, a Igreja não tem o poder de conferir uma bênção litúrgica a casais irregulares ou do mesmo sexo. Mas é preciso evitar o risco de reduzir o significado das bênçãos apenas a esse ponto de vista, exigindo para uma simples bênção "as mesmas condições morais que são exigidas para a recepção dos sacramentos" (12).

Depois de analisar as bênçãos nas Escrituras, a declaração oferece um entendimento teológico-pastoral. Quem pede uma bênção "se mostra necessitado da presença salvadora de Deus em sua história", porque expressa "um pedido de ajuda de Deus, uma súplica por uma vida melhor" (21). Esse pedido deve ser acolhido e valorizado "fora de uma estrutura litúrgica", quando se encontra "em uma esfera de maior espontaneidade e liberdade" (23). Olhando para elas da perspectiva da piedade popular, "as bênçãos devem ser valorizadas como atos de devoção". Para conferi-las, portanto, não há necessidade de exigir "perfeição moral prévia" como pré-condição.

Aprofundando essa distinção, com base na resposta do Papa Francisco às dubias dos cardeais publicada em outubro passado, que pedia um discernimento sobre a possibilidade de "formas de bênção, solicitadas por uma ou mais pessoas, que não transmitam uma concepção errônea do matrimônio" (26), o documento afirma que esse tipo de bênção "é oferecido a todos, sem pedir nada, fazendo com que as pessoas sintam que continuam abençoadas apesar de seus erros e que "o Pai celeste continua a querer o seu bem e a esperar que elas finalmente se abram ao bem" (27).

Existem "várias ocasiões em que as pessoas vêm espontaneamente pedir uma bênção, seja em peregrinações, em santuários, ou mesmo na rua quando encontram um sacerdote", e tais bênçãos "são dirigidas a todos, ninguém pode ser excluído" (28). Portanto, permanecendo proibido de ativar "procedimentos ou ritos" para esses casos, o ministro ordenado pode unir-se à oração daquelas pessoas que "embora em uma união que de modo algum pode ser comparada ao matrimônio, desejam confiar-se ao Senhor e à sua misericórdia, invocar a sua ajuda, ser guiados a uma maior compreensão do seu plano de amor e de verdade" (30).

O terceiro capítulo da declaração (parágrafos 31-41), portanto, abre a possibilidade dessas bênçãos, que representam um gesto para aqueles que "reconhecendo-se indigentes e necessitados de sua ajuda, não reivindicam a legitimidade de seu próprio status, mas imploram que tudo o que é verdadeiro, bom e humanamente válido em suas vidas e relacionamentos seja investido, curado e elevado pela presença do Espírito Santo" (31). Essas bênçãos não devem ser normalizadas, mas confiadas ao "discernimento prático em uma situação particular" (37). Embora o casal seja abençoado, mas não a união, a declaração inclui entre o que é abençoado o relacionamento legítimo entre as duas pessoas: na "breve oração que pode preceder essa bênção espontânea, o ministro ordenado pode pedir paz, saúde, espírito de paciência, diálogo e ajuda mútua, bem como a luz e a força de Deus para poder cumprir plenamente a sua vontade" (38). Também é esclarecido que, para evitar "qualquer forma de confusão e escândalo", quando um casal irregular ou do mesmo sexo pede uma bênção, "ela nunca será realizada ao mesmo tempo que os ritos civis de união ou mesmo em conexão com eles. Nem mesmo com as roupas, os gestos ou as palavras próprias de um casamento" (39). Esse tipo de bênção "pode encontrar seu lugar em outros contextos, como uma visita a um santuário, um encontro com um sacerdote, uma oração recitada em um grupo ou durante uma peregrinação" (40).

Por fim, o quarto capítulo (parágrafos 42-45) nos lembra que "mesmo quando o relacionamento com Deus está obscurecido pelo pecado, sempre é possível pedir uma bênção, estendendo a mão a Ele" e desejá-la "pode ser o melhor possível em algumas situações" (43).

Fonte: Vatican news


18/12/2023

Lançado o Dossiê ‘Rostos da Economia de Francisco e Clara’

 

Lançado o Dossiê ‘Rostos da Economia de Francisco e Clara’ (v. 8n. 14. 2023) pela Revista Científica CONECTE-SE da Pró-Reitoria de Extensão da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). 

Com artigos valiosos da expressão desse movimento e rede que se estabeleceu no mundo e particularmente na América Latina como movimento popular de pressão por outras economias. 

Com prefácio do professor jesuíta Pe. Gaël Giraud; 15 artigos dão corpo ao dossiê que conta com mais de 30 autores; uma entrevista com o homenageado do Dossiê, o economista Marcos Arruda; resenha do livro 'Realmar a Economia: A Economia de Francisco e Clara' (2023) e um ensaio sobre os documentos do Papa Francisco: Laudato Si' e Laudate Deum.

Confira: https://periodicos.pucminas.br/index.php/conecte-se/issue/view/1452

13/12/2023

Primeira Jornada Mundial das Crianças (JMC) em maio de 2024

No final do Angelus do domingo, 10 de dezembro, o Papa Francisco anunciou a primeira Jornada Mundial das Crianças, em Roma, nos dias 25 e 26 de maio de 2024, iniciativa promovida pelo Dicastério para a Cultura e a Educação: “Como Jesus, queremos colocar as crianças no centro”, disse o Papa, no anúncio. 

A iniciativa responde à pergunta: que tipo de mundo queremos transmitir às crianças que estão crescendo? Como Jesus, queremos colocar as crianças no centro e cuidar delas.

O evento, que contará com a presença de milhares de meninos e meninas de todo o mundo em Roma, é promovido pelo Dicastério para a Cultura e a Educação, que já havia oferecido seu apoio ao evento de 6 de novembro, “Aprendamos com as crianças”, no qual o Papa esteve rodeado por 7.500 crianças dos cinco continentes, na Sala Paulo VI. 

Um grande encontro com música e testemunhos que foi um prelúdio para o que será a JMC do próximo ano em Roma.

Também aqui será Natal!


As religiosas da Síria e do Líbano estão fazendo tudo o que podem para que mais de 37 mil crianças pobres sintam que o Natal também acontece para elas e que esta data não é reservada somente aos que têm uma mesa repleta de comida e gente feliz ao redor. 

Atualmente, 90% dos sírios vivem na pobreza. As crianças dessa geração nunca viveram um tempo sem guerra. 

No Líbano, a crise atual começou há apenas quatro anos. Ali, muitas crianças ainda se lembram de tempos melhores. Hoje, mais de 70% da população é pobre.

Irmã Annie Demerjian, das Irmãs de Jesus e Maria, na Síria, relata que os presentes são uma bênção para as crianças e suas famílias.

Com 70 reais você pode doar um casaco quente a uma criança na Síria. E com 100 reais, uma criança no Líbano receberá uma roupa nova. 

Chave PIX: pix@acn.org.br

FONTE: AJUDA À IGREJA QUE SOFRE - Fundação Pontifícia ACN <atendimento@acn.org.br>

11/12/2023

Cop28 encerra com apelo das Igrejas para "juntos curar nosso mundo ferido"

Encerra a Cop28, que aconteceu de 30 de novembro e 12 de dezembro, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

O Papa Francisco está entre os signatários da declaração dos representantes de diferentes religiões reunidos nesta Conferência. Diz o texto:

"Ninguém deve ser deixado para trás". As necessidades de todas as pessoas, especialmente as crianças, as comunidades vulneráveis que enfrentam desastres e conflitos, os jovens, as mulheres e os povos indígenas, bem como os animais e a natureza, devem estar no centro de nossos esforços. Fundamental para isso é a ativação de mecanismos financeiros que tratem de perdas e danos, sobretudo nas partes mais vulneráveis do mundo. Realizem ações para reduzir a temperatura da terra em 1,5 grau até 2030, e também para apoiar as comunidades afetadas pelas mudanças climáticas. É urgente uma ação rápida, "colaborativa e resoluta para curar nosso mundo ferido e preservar o esplendor de nossa Casa Comum".

 Cop28 encerra com apelo das Igrejas para "juntos curar nosso mundo ferido"

Boas Notícias 252

10/12/2023

75 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

FreePik


Há 75 anos foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 O documento foi aprovado em 10 de dezembro de 1948 por 48 países, dos 58 que eram membros da ONU na época. O Brasil estava entre os países signatários. Atualmente, a ONU possui 193 países-membros e todos são signatários deste compromisso internacional de garantia de direitos humanos.

Ainda que tenham sido propostos outros documentos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), é a ela que recorremos para lembrar dos nossos direitos mais básicos que garantem vida digna a todos nós.

Quantos são os direitos humanos?

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos temos 30 direitos humanos.

O que diz a Declaração Universal dos Direitos Humanos? E como são respeitados?

Ainda que tenham sido propostos outros documentos após a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), é a ela que recorremos para lembrar dos nossos direitos mais básicos que garantem vida digna a todos nós. De forma resumida, os 30 artigos da DUDH falam sobre os seguintes direitos:


Artigo 1 – Dignidade humana, liberdade e igualdade


Artigo 2 – Direito à não discriminação


Artigo 3 – Direito à vida, à liberdade e à segurança


Artigo 4 – Direito de não ser submetido à escravidão


Artigo 5 – Direito de não ser submetido à tortura


Artigo 6 – Direito ao reconhecimento como pessoa humana perante a lei


Artigo 7 – Direito à igualdade perante a lei


Artigo 8 – Direito de acesso à justiça para violações de direitos fundamentais


Artigo 9 – Ninguém deve sofrer detenção, prisão ou exílio por motivações tirânicas


Artigo 10 – Direito ao devido processo legal e a um julgamento justo


Artigo 11 – Presunção de inocência até prova de culpa


Artigo 12 – Direito à intimidade e à privacidade


Artigo 13 – Direito de ir e vir dentro das fronteiras de seu país, bem como a deixar um país e retornar


Artigo 14 – Direito de pedir proteção, como solicitar asilo em outro país


Artigo 15 – Direito à nacionalidade


Artigo 16 – Direito de constituir família, sem restrição de raça, nacionalidade ou religião


Artigo 17 – Direito à propriedade


Artigo 18 – Direito de liberdade de pensamento, consciência e religião


Artigo 19 – Direito à liberdade de opinião e expressão


Artigo 20 – Direito à associação e reunião pacífica


Artigo 21 – Direito a participar do governo do seu país


Artigo 22 – Direito à seguridade social


Artigo 23 – Direito a condições justas de trabalho e à sindicalização


Artigo 24 – Direito ao repouso e ao lazer


Artigo 25 – Direito a um padrão de vida adequado à saúde e bem-estar seu e de sua família


Artigo 26 – Direito à educação


Artigo 27 – Direito a participar da vida cultural da comunidade


Artigo 28 – Direito a uma ordem social e internacional onde seus direitos sejam cumpridos


Artigo 29 – Deveres sociais em relação aos direitos e liberdades de outros


Artigo 30 – Proibição de práticas contra esses direitos e liberdades


MInistério da Visitação - Ir. Patricia Silva

MENSAGEM DO PAPA LEÃO XIV PARA O 100º DIA MUNDIAL DAS MISSÕES (18 de outubro)

Um em Cristo, unidos na missão Queridos irmãos e irmãs! Para o Dia Mundial das Missões de 2026, que marca o centenário desta celebração, ins...